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sexta-feira, 30 de julho de 2010

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Espaço de discussão sobre tecnologias

Integração e conhecimento


Tecnologias sendo usada dentro da Educação especial

 Cuidados no atendimento especial
Muitos cuidados são tidos com pessoas portadoras de necessidades especiais (temporários ou passageiros) entre eles destacam-se: a preparação de docentes para que possam compreender e assim transmitir o conhecimento de forma mais natural; e o investimento em tecnologia especializada, aliando dessa forma o ser humano e a máquina para juntos desenvolverem trabalhos e estudos quebrando barreiras até então encontradas. Na realidade encontram-se também alguns alunos que necessitam de um atendimento especial, mais de um outro nível ou uma outra forma. Existem os estudantes considerados normais perante uma sociedade que ostenta um "padrão" intelectual. Dentro desse universo "padronizado" há os que não se enquadram perfeitamente nessa denominação, que são os chamados alunos especiais. Mais a expressão "ter um aluno especial" não quer dizer necessariamente que seja uma pessoa deficiente física, ou mental. Existem então os alunos considerados

Outras discussões leituras


Analisando o Texto: Interface entre o homem e a máquina

Um ponto também bastante abrangente, que diz respeito à interface entre homem e máquina. Não adianta apresentar um ambiente como determinante de um reordenamento espaço-temporal, como otimizador de muitas tarefas e necessidades que serão cada vez mais colocadas no cotidiano das pessoas, se as pessoas que efetivamente compõem uma das partes desse jogo interativo não se sentem animadas a participar. Uma série de fatores se impõe como desafio por parte dos desenvolvedores de equipamentos, programas e serviços, e se restringem a três aspectos básicos (CABRAL: 1999, p.4) que são: a acessibilidade – um suporte, dentre outras tarefas, que suprima toda a distância que separa a inicialização do sistema à apresentação de sua interface; a portabilidade – que facilite o transporte e respeite a relação do usuário com seu ambiente, seja em casa, no trabalho ou no lazer – e a amigabilidade – capacidade de realizar tarefas longas e repetitivas de maneira automática, ou ainda facilitando a instalação e a utilização dos comandos. E, além disso, é imprescindível introduzir a Internet à cultura das organizações, na produção de seus conteúdos, na divulgação de seus informativos e da sua  publicidade, na otimização de suas transações financeiras e do armazenamento de suas informações, bem como de sua socialização junto aos diferentes públicos. Apresentada de forma esquemática, esse quadro de possíveis ações ficaria assim:

INCLUSÃO DIGITAL- MEIOS AÇÕES SETORES

Em domicílios: Redução dos preços dos micros e programas; Incentivo ao desenvolvimento de micros e programas acessíveis sem perda de qualidade; Incentivo ao software livre e de código aberto Iniciativa pública e privada com participação da sociedade civil na gestão Em telecentros: escolas, bibliotecas, postos de saúde, correios, órgãos públicos, shoppings, etc. sociedade civil em parceria com iniciativa pública e privada Via capacitação: facilitadores / professores, pessoas em geral: de grupos e comunidades territoriais locais ou distantes. sociedade civil com apoio da iniciativa pública e privada Via melhoria da interface: desenvolvimento de pesquisa e produção, visando ambientes mais amigáveis, acessíveis e portáteis. Iniciativa privada, com incentivo governamental e co-gestão pública.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CABRAL, Adilson. “Um mito de concreto: pistas para um movimento pela
democratização da comunicação”. Disponível em http://www.intercom.org.br/papers/xxici/
gt27/GT2702.PDF. Acesso em 21/04/2003. Texto enviado para o Congresso da Intercom
de 1998.                      
________________. “E a massa virou rede”. CD-ROM dos Anais do Congresso da
Sociedade Interdisciplinar da Comunicação. Rio de Janeiro, Intercom, 1999.
GRUPO DE TRABAJO de Sociedad Civil en contenidos y temas - Comité de Redacción.
Siete principios": prioridades propuestas por sociedad civil - CMSI”. Disponível em
http://lac.derechos.apc.org/wsis/cdocs.shtml?x=10445. Acesso em 22/04/2003.
IDG Now. “Estudo aponta apartheid digital no País”. Disponível